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Play Fair-Play #4 - Pelé
publicado por Commando a quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pele
Nome: Edson Arantes do Nascimento
Nacionalidade: brasileira
Posição: avançado
Clubes: Santos e Cosmos
Titulos
: Santos: Campeonato Carioca (1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973); Taça dos Libertadores (1962 e 1963); Taça Intercontinental (1962 e 1963); Supertaça Sul-americana (1968); Supertaça Intercontinental (1968); Melhor marcador do Campeonato Paulista (1957 [17], 1958 [58], 1959 [45], 1960 [33], 1961 [47], 1962 [37], 1963 [22], 1964 [34], 1965 [49], 1969 [26] e 1973 [11];
Cosmos: Campeonato dos EUA (1977)
Brasil: Campeonato do Mundo (1958, 1962 e 1970); Melhor marcador da Copa América em 1958 (8 golos)

Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé, nasceu na pequena cidade de Três Corações, no Estado de Minas Gerais. O seu nome, Pelé, nasceu aos 5 anos. Nessa altura jogava a guarda-redes um homem chamado Bilé na equipa de São Lourenço, de quem o pequeno Edson era grande fã, e com cinco anos, quando jogava nas ruas habitualmente a guarda-redes, gritava Bilé a cada defesa que fazia. Como a sua pronuncia não era a melhor, e aliado ao seu sotaque mineiro, transformaram Bilé em Pelé. O seu olheiro foi Waldemar de Brito, que o recrutou da equipa Baquinho para o Santos.

Já no Santos, com apenas 15 anos, estreou-se num encontro amigável contra o Corinthians de Santo André, a 7 de Setembro de 1956. Como o avançado Del Vechio estava lesionado, Pel+e entrou para o seu lugar. Resultado: golo. Claro. Tão simples que repetiu o feito inúmeras vezes. Foi o melhor marcador do Campeonato Paulista por 11 vezes, 9 delas consecutivas.

A sua primeira aparição na seleção brasileira aconteceu quando ele tinha 16 anos. Foi o campeão mundial mais novo de sempre e ganhou esse título por três vezes. Ao longo da sua carreira marcou 77 golos (recorde mundial) em 91 internacionalizações. No jogo da final em 1958, frente à Suécia marcou dois golos e maravilhou todos de tal forma que no fim do jogo o jogador sueco Parling disse: “Depois do quinto golo, apeteceu-me aplaudi-lo”.

A sua carreira ia acabar em 1974 mas uma oferta irrecusável do Cosmos fê-lo ir espalhar a sua classe para os EUA por mais três anos. Aproveitou para ganhar ainda mais um título, para junta-los aos 19 que ganhou no Santos e na seleção brasileira. A sua despedida dos relvados aconteceu em 1977, quando o Cosmos defrontou o Santos, no Giants Stadium. Ao longo da sua carreira fez 1363 golos em 1281 jogos, o que perfaz uma espectacular média de mais de um golo por jogo.

O seu papel não foi só futebolístico. A nível pessoal Pelé também foi (é) um exemplo. Foi homenageado pela ONU, em 1977, com o Diploma de Mérito de Cidadão do Mundo. A esta juntou outras, como a distinção como melhor jogador da história dos Campeonatos do Mundo, melhor futebolista e melhor atleta do século XX. Em 1982 recebeu a Medalha de Ouro da FIFA pelos serviços prestados ao futebol e em 1994 foi nomeado ministro dos Desportos no Brasil.

Para a semana: Zidane

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