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E QUANDO EXISTE UM MÁ RELAÇÃO TREINADOR-JOGADOR
publicado por Joao Prates, a quarta-feira, 2 de setembro de 2009

No futebol, tal como em qualquer outra modalidade ou emprego em que existe relações interpessoais existe sempre o risco de nem sempre existir cordialidade entre as pessoas.
Falando do futebol existe diversos casos de incompatibilidades treinadores-jogadores, lembro Sá Pinto-Artur Jorge, Koeman-Quim, Rochemback-José Peseiro, Vitor Paneira-Artur Jorge e mais recentemente Veloso-Paulo Bento, Vukcevic-Paulo Bento, Vitor Baia-Mourinho, Stoijkovic-Paulo Bento,entre outros casos.
São diversos os factores que podem levar a uma má relação treinador-jogador, o facto de o jogador não jogar, declarações na imprensa, uma situação isolada num treino que não fica resolvida falta de aplicação nos treinos continuamente e em alguns casos, mas raros poderão ser motivos pessoais mas os principais tem a ver com a relação treinador-jogador.
Considero que o exemplo terá ter que ser dado pelo líder, neste caso o treinador, nestes conflitos terá que ser coerente, profissional e sobretudo justo para com todos, essa má relação nunca poderá prejudicar o grupo de trabalho e a convivência entre treinador-jogador terá que existir embora de forma profissional e ambos terão que cumprir com as obrigações de cada um.
Nem sempre isso é possível, e quando se verifica situações que podem por em causa a boa organização do grupo o jogador pode ser dispensado ou passa a trabalhar a parte.
Considero na base de uma boa relação terá que estar o respeito que cada um terá que ter ás obrigações laborais do outro, começa ai a base do entendimento.
Paulo Bento tem sido quanto a mim um exemplo de gerir conflitos, tem tido muitos, Liedson, Polga, Veloso, Stoijkovic, Vukcevic, todos de carácter técnico, e sempre os tem resolvido em prol do grupo e o exemplo é a recuperação de Veloso e Vukcevic.

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